Tolerante
NĂŁo quero que vocĂŞ me tolere, Quero que vocĂŞ me ame, Me abrace, Me invada, Me queime, Me congele, me devaste. (inacabado)
NĂŁo quero que vocĂŞ me tolere, Quero que vocĂŞ me ame, Me abrace, Me invada, Me queime, Me congele, me devaste. (inacabado)
Se meu carro falasse o quĂŁo cinza e inefável vocĂŞ Ă© É naquele curto espaço de tempo Que as almas se encontram. se conheceram, e logo se identificaram. TĂŁo opostos, mas tao iguais. Como num completo paradoxo o nĂşmero completa a letra, E o sentido a fĂłrmula. Semântica e semiĂłtica andam juntos. Assim como vocĂŞ…
Foi no fim do verĂŁo, como num romance passageiro, me vi acabada. O nĂłs nĂŁo mais existe, desde quando a incompatibilidade passou a ser maior que o amor? Amar Ă© respeitar, É saber deixar ir. Acabou? Quem ama nunca desama. A vida muda, pessoas mudam E a cada dia se tornam novos seres. Mas Ă©…
Meia luz, tempo nublado, fumaça. Encontrei-me? Mais perdida que nunca. Mas agora sei, sei que sei que essa sou Eu. Por quantos e quantos anos anulei-me? TĂŁo jovem desde sempre adulta. Sem erros, perfeita, sem chances de ser. E cresceu, cresceu tanto que nĂŁo mais no interno aguentou ficar. Explodiu. Foi a maior confusĂŁo da…
Perdida no meu prĂłprio ser Era eu antes de te conhecer. Conhecer, mesmo Por que antes eu apenas te via. Agora Ă© inevitável nĂŁo olhar nos seus olhos, nĂŁo sentir o seu cheiro, nĂŁo perceber o seu sorriso sendo simplesmente vocĂŞ a todo instante. Era imprevisĂvel, mas aconteceu. Ainda nĂŁo sei exatamente o que, mas…
O bem querer de todos os dias, O bem estar de todas as tardes quentes Ensolaradas Mesmo em meio ao inferno VocĂŞ Ă© luz, energia e tudo que floresce. Queria eu ser vocĂŞ, a sua força, a sua alma, TĂŁo bonita, que afaga atĂ© o mais horrĂvel ser ao seu redor. É isso, o ar…
Ă€quele em que havia morrido, ou pensado que havia morrido, torcido, em frangalhos. É que a dor dĂłi… mais do que sĂł no conjugado. dĂłi quando turbulento ou pior quando tudo mais sereno está. Mas Ă© ele. Volta, por que nĂŁo morreu. (?) Foi apenas amassado e amarrotando num minĂşsculo espaço de nada dentro do peito, esmigalhado.…
As translĂşcidas amarras em ti feitas Ă quem nunca pensei que pudesse prender rente a mim foi dito que firo, faço sangrar e reverberar. o Eu, tĂŁo fraco e suscetĂvel a amar já nĂŁo mais sabe o que Ă© dor ou o fazer sofrer. nada mais importa, o seu eu contundido. Agora o Eu mais…